O que é a gravidez psicológica? Causas, sintomas, tratamento e mais!

O que é a gravidez psicológica? Causas, sintomas, tratamento e mais!

Na gravidez psicológica, a mulher acredita que está grávida e ainda sente os sintomas de uma gestação normal. Confira aqui tudo sobre esse fenômeno!


Considerações gerais sobre a gravidez psicológica

Teste de gravidez usado.

Sejam mulheres que desejam ardentemente ser mães ou que sentem muito medo de ter um filho, a gravidez psicológica é um fenômeno que pode atingir qualquer pessoa, incluindo homens, desde que tenham predisposição para isso. Ainda que seja raro, a condição pode acontecer e ainda apresentar todos os sintomas de uma gestação.

É importante salientar que a gravidez psicológica não é uma doença propriamente dita, mas um quadro clínico que exige atenção e cuidado com as pessoas que o desenvolvem. Existe tratamento para cuidar do emocional de quem enfrenta essa situação, e o acolhimento é fundamental.

Assim, não existe mentira ou invenção. De fato, as mulheres acreditam que realmente estão grávidas e podem provar isso com os sintomas do seu organismo. Por esse motivo, ao noticiar a ausência do bebê no útero, o médico precisa ser cuidadoso. Saiba mais sobre essa condição psicológica nos tópicos abaixo!

Entenda a gravidez psicológica

Roupas e sapato de bebê.

Também chamada de pseudociese e gravidez fantasma, a gravidez psicológica é uma condição clínica que exige alguns cuidados e muita atenção. Confira os tópicos abaixo e saiba mais sobre esse raro fenômeno!

O que é a gravidez psicológica?

Gravidez psicológica é um estado em que a mulher sente que está grávida, mas, na verdade, não está. No entanto, o organismo apresenta diversos sintomas típicos de uma mulher grávida, sem que tenha ocorrido a fecundação do óvulo por um espermatozoide. Ou seja, não há saco embrionário, nem mesmo embrião no útero.

Embora o útero esteja vazio, o corpo produz os hormônios típicos da gravidez, como a prolactina e o estrogênio. A mulher sente o bebê chutar dentro da barriga e, em casos mais graves, pode até sair leite de seus seios. Por isso, esse estado psicológico não é uma invenção ou mentira da pessoa. De fato, ela acredita que está grávida.

Quais as causas mais comuns da gravidez psicológica?

A gravidez psicológica é uma condição muito rara. Costuma acontecer em uma a cada 20 ou 25 mil gestações. Portanto, não há muito conhecimento sobre o que exatamente causa esse quadro clínico. No entanto, sabe-se que a condição é geralmente engatilhada por problemas psicológicos e emocionais, principalmente em pessoas mais frágeis emocionalmente.

As causas mais comuns que levam a esse tipo de gravidez são: autoestima baixa, medo intenso ou muita vontade de engravidar, pressão muito grande para gerar um bebê, agentes estressores fortes, repetidos abortos ou insegurança no relacionamento. Pessoas que passaram por abuso sexual na infância ou com quadros depressivos também podem entrar nesse estado.

A gravidez psicológica tem cura?

Geralmente, o quadro de gravidez psicológica finaliza com os resultados negativos dos exames e com a ausência do feto no útero, mostrado pelo ultrassom. Nesses casos, a mulher pode sofrer e passar por um luto, mas, depois de tratamentos com profissionais adequados, supera a condição.

Entretanto, nos casos mais graves, a mulher simplesmente não aceita esses resultados e permanece com os sintomas de gravidez. Pode chegar a entrar em trabalho de parto, com contrações e dores reais e, quando notar que não há bebê em sua barriga, alegar que houve um aborto ou que algo deu errado com o feto.

Homens podem sofrer de gravidez psicológica?

Ainda que a gravidez psicológica ocorra mais em mulheres, homens também podem apresentar a condição. No entanto, esses casos em que o homem fica “grávido” são chamados de gravidez simpática ou síndrome de Couvarde. Ele sente sintomas parecidos com uma gestação saudável, como alterações nos hormônios, enjoos, distúrbios no sono e ganho de peso.

Assim, essa condição costuma ocorrer na primeira gestação da companheira e pode apresentar motivos diversos, desde traumas psicológicos até um simples nervosismo. Nos casos mais extremos, o homem pode sentir dores de parto, sangramento no nariz e depressão pós-parto. O tratamento com psicólogos é fundamental para avaliar o quadro.

Os fatores de risco para uma gravidez psicológica

Mulher grávida sentada em cadeira.

Não há como prever o surgimento de uma gravidez psicológica. Ainda que ocorra mais em mulheres emocionalmente frágeis, a condição pode surgir em qualquer pessoa. Entretanto, existem alguns fatores que podem desencadear o quadro clínico. Conheça alguns deles abaixo.

Abortos espontâneos ou infertilidade

Abortos espontâneos ou repetidos e problemas de infertilidade podem desencadear a gravidez psicológica. Isso acontece porque a dor de não poder gerar uma criança e o sofrimento de perder um bebê são tão grandes que a mulher cria uma realidade paralela em sua mente, na tentativa de lidar com a intensa tristeza.

Em casos de aborto, é muito importante que a mulher procure um psicólogo para que possa trabalhar o luto. Já nas situações de infertilidade, é fundamental procurar um ginecologista para reverter o quadro. Hoje em dia, há muitos métodos que podem tratar a infertilidade e outras técnicas de gerar um filho.

Pressão para serem mães

A pressão para ser mãe é muito comum em famílias tradicionais e é ainda mais reforçada pelo papel social da mulher penetrado em algumas sociedades. Tanto que, se uma mulher alegar que não deseja ter filhos, ela é vista com olhares de julgamento e dificilmente é compreendida ou aceita.

Diante de tudo isso, algumas pessoas não conseguem lidar com a situação, o que pode culminar na gravidez psicológica. Na tentativa de realizar as expectativas de terceiros, geralmente de pessoas que ela ama, a mulher acredita estar grávida e, desta forma, ser aceita.

Para essa situação não acontecer, é importante trabalhar a pressão psicológica, fortalecendo seu posicionamento diante das pessoas.

Falecimento de filhos durante o parto

O falecimento de um filho durante o trabalho de parto tem a capacidade de causar intenso sofrimento na vida de uma mulher. Para lidar com essa dor, algumas podem desencadear o quadro de gravidez psicológica, até mesmo para tentar substituir o bebê que se foi.

Após a ocorrência do falecimento, é indispensável que essa mulher se submeta a um tratamento psicológico, mesmo que aparente estar bem emocionalmente. Como a dor é muito grande, uma rejeição da realidade pode ser criada, fazendo com que os outros à sua volta acreditem que a mulher está bem, quando, na verdade, não está.

Os sintomas da gravidez psicológica

Casal com mãos sobre barriga de mulher.

O corpo de quem passa por uma gravidez psicológica experimenta as mesmas transformações de quem, de fato, engravidou. O único fato que atesta a condição é a ausência de um bebê no útero. Conheça a seguir alguns sintomas deste tipo de gravidez!

Sentir o bebê chutar ou se mover na barriga

Sentir o bebê chutar ou se mover na barriga é um sintoma que acontece nos casos mais graves da gravidez psicológica. De fato, a mulher sente algo se movendo dentro de sua barriga e imagina ser chutes de um bebê. Só que, por vezes, essas movimentações podem ser apenas gases ou fortes cólicas menstruais.

Pela possibilidade de ser outra condição clínica, é importante que, após o diagnóstico da gravidez psicológica, seja feita uma avaliação completa do corpo para descartar outras questões de saúde. De todo modo, se a mulher chegar nesse ponto de sentir chutes do bebê, é sinal de que o caso já está bem grave.

Expansão abdominal

Depois de algumas semanas de gravidez, o abdômen tende a se expandir como uma clara confirmação da presença de um bebê no útero. No entanto, condições como bexiga inchada, gases, fezes, ganho de peso, entre outros motivos podem inchar a região abdominal, o que é uma evidência fértil para a mulher com gravidez psicológica acreditar que está grávida.

Geralmente, todas as condições citadas desaparecem dentro de poucos dias, com exceção do ganho de peso, que exige mudança na alimentação. Por esse motivo, se esses sintomas persistirem mesmo após a mulher descobrir que não está grávida, é fundamental procurar um médico para tratar a condição.

Menstruação atrasada ou irregular

Um dos primeiros sinais de gravidez é o atraso na menstruação ou irregularidade no ciclo menstrual. Devido a esse sintoma, a gravidez psicológica pode surgir, gerando a crença de que realmente há um bebê no útero. Ainda que um exame beta HCG ou teste de farmácia afirmem a negatividade no resultado, a mulher continua acreditando na sua gestação.

Assim, é importante se atentar a esse sintoma, pois outras condições clínicas podem originar a irregularidade na menstruação, como a presença de cistos ou, em casos graves, o surgimento de endometriose. Por esse motivo, se esse problema continuar, mesmo após o diagnóstico da falsa gravidez, um ginecologista deve ser consultado.

Outros sintomas comuns à gravidez psicológica

Além de sentir a movimentação do bebê na barriga, experimentar expansão abdominal e ter atrasos na menstruação, existem outros sintomas muito comuns à gravidez psicológica, como o enjoo e o aumento dos seios, por exemplo. Verdadeiramente, o corpo se prepara para receber o bebê dentro do útero.

Em alguns casos, pode ocorrer produção de leite pelos seios, e a mulher pode sentir contrações e fortes dores típicas de um trabalho de parto. Em condições mais severas, ela entra realmente em trabalho de parto. Como os sintomas acontecem de verdade, é importante escutar quem está passando por esse quadro e oferecer todo o apoio possível.

Tratamento e dicas para minimizar os sintomas

Mulher com mãos sobre a barriga.

Não há complexidade no tratamento da gravidez psicológica. No entanto, considerando o cuidado que se deve ter com pacientes dessa condição, a atenção precisa ser redobrada. Confira abaixo como se faz o diagnóstico do quadro clínico, como deve ser o tratamento e outros fatores importantes nesta condição!

O diagnóstico

No estado de gravidez psicológica, os exames comuns, como o beta HCG ou testes de farmácias, apresentam o resultado negativo para a gravidez. Isso porque o hormônio responsável por fornecer o resultado é produzido pelas células precursoras da placenta, que são inexistentes por causa da ausência do embrião.

Ainda assim, as mulheres continuam sentindo os sintomas de gravidez e continuam acreditando que estão grávidas. O único exame que diagnostica a condição psicológica é o ultrassom da barriga, que atesta o útero vazio e não mostra os sinais vitais do bebê.

Neste exame que fornece a certeza da gravidez psicológica, é muito importante que tanto o médico quanto as pessoas próximas tenham cuidado no trato com a mulher. Em alguns casos, ela pode desejar ardentemente estar grávida. Logo, a notícia poderá ser um grande choque.

O tratamento

Depois do diagnóstico com o exame de ultrassom, a mulher precisa se submeter a um tratamento psicológico para que possa elaborar a notícia, já que é um luto que ela vai enfrentar.

Mesmo nos casos em que a gravidez psicológica foi originada por um medo intenso de engravidar, o fato de sentir os sintomas pode ter gerado na mulher o desejo de ter um filho. Por isso, a análise de psicólogos é fundamental para aceitar e superar a notícia, além de verificar o que originou a condição e, desta forma, tratar.

Além disso, uma avaliação psiquiátrica também pode ser solicitada para analisar se há algo mais grave, como estados psicóticos, por exemplo. De qualquer forma, o tratamento pode variar e depender dos resultados das avaliações.

Apoio profissional

Um profissional eficiente e com cuidado humanizado não deve encarar a gravidez psicológica como uma doença, mas como uma consequência de um intenso sofrimento. A mulher com gravidez psicológica não está mentindo ou inventando a situação. Ela acredita que está grávida e os sintomas de seu corpo comprovam isso.

Portanto, as pessoas que passam por essa condição devem contar com uma equipe médica cautelosa, que possa prestar todo o cuidado e auxílio, tanto aos pacientes quanto aos familiares. O apoio profissional é de suma importância para que a mulher se sinta acolhida e compreendida. Afinal de contas, são os médicos que entregarão a notícia de que não existe um bebê no útero.

Controle da ansiedade e do desejo de engravidar

Muitos motivos podem originar a gravidez psicológica, mas o principal e que costuma acontecer na maioria das condições é o intenso desejo de engravidar. Por ter tanta vontade de gestar uma criança, a mulher fica extremamente ansiosa e pode produzir os mesmos sintomas de uma gravidez comum.

Diante disso, a ansiedade e o desejo de engravidar precisam ser controlados. Com a devida ajuda, a mulher vai entendendo todas as questões na hora de gestar um bebê, incluindo a sua realidade atual. Com o auxílio de profissionais capacitados, a ansiedade vai diminuindo e a sua mente vai se estabilizando para compreender o tempo certo de gerar um filho.

Tratamentos para infertilidade ou menopausa precoce

Em alguns casos, a gravidez psicológica pode ocorrer como consequência de um quadro clínico, como infertilidade ou menopausa precoce. Nessas situações, ocorre um intenso desejo de engravidar, mas o processo é dificultado por conta desses problemas, o que pode desencadear esse tipo raro de gravidez.

O tratamento de quadros de infertilidade pode reduzir consideravelmente a gravidez psicológica. Atualmente, com o avanço da ciência, existem vários tipos de tratamentos para ajudar a mulher a engravidar. É fundamental procurar por um médico ginecologista especialista no assunto para realizar todo o cuidado e preparar o corpo da mulher para que ela possa, de fato, gestar um bebê.

Resolução de problemas no relacionamento

Problemas no relacionamento podem gerar a gravidez psicológica. Nessas situações, as mulheres acreditam que, com a chegada de um bebê, todas as questões na sua relação poderão ser resolvidas.

Elas acham que, pela fragilidade de um corpo gerando um bebê, poderão chamar a atenção de seu par, eliminando os conflitos. Para esse tipo de gravidez desaparecer, é indispensável resolver os problemas de relacionamento.

Dependendo da situação, os dois podem procurar uma terapia de casal para solucionar as questões. Além disso, a mulher também precisa de uma terapia individual para trabalhar seus conflitos pessoais e lidar com os resultados do tratamento em conjunto com o par.

As possíveis complicações da gravidez psicológica

Assim como em toda a condição clínica, a gravidez psicológica pode evoluir para outras complicações. Em alguns casos, a mulher pode desenvolver questões psiquiátricas, como psicoses, transtorno de ansiedade, depressão, etc. Esses estados podem se iniciar no recebimento da notícia de que não há um bebê no útero, gerando intenso sofrimento.

Se essas complicações ocorrerem, é indispensável o auxílio de tratamento psiquiátrico e psicológico. Algumas vezes, o uso de medicações pode ser necessário para estabilizar o quadro. Além disso, é importante também que, em todo o momento, a mulher receba o devido apoio e conte com pessoas de confiança para estar ao lado dela.

Caso identifique os sintomas de gravidez psicológica, não hesite em buscar apoio!

Mulher observando teste de gravidez.

Embora a gravidez psicológica tenha maior ocorrência em mulheres com o emocional fragilizado, a condição pode ocorrer com qualquer pessoa. Neste caso, não precisa se desesperar ou se culpar. O mais indicado é buscar ajuda para tratar o quadro e cuidar do seu corpo para receber um bebê, caso queira.

Se perceber os sintomas de uma gravidez psicológica, peça ajuda de pessoas confiáveis para te acompanhar nesse processo. É importante também que você busque por bons profissionais para te ajudar no tratamento. Lembre-se de que a avaliação psicológica é fundamental para te auxiliar na compreensão dos problemas que originaram esse estado.

Com o emocional fortalecido, sintomas tratados e os devidos cuidados com o seu corpo, você pode verdadeiramente gestar um bebê em seu útero e engravidar de forma saudável e equilibrada!

Autor deste artigo

Psicóloga, com linha terapêutica baseada na psicanálise. Ingressei na carreira de redatora freelancer em 2018 e, desde então, não parei mais.
Já me aventurei na redação jornalística e na escrita de diversos temas em uma agência de marketing. Atualmente mergulho no significado dos sonhos, acreditando que eles tem muito a dizer sobre os nossos caminhos por essa vida.

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