O que significa ser passivo-agressivo? Comportamento, causas e mais!

O que significa ser passivo-agressivo? Comportamento, causas e mais!

Retratado através de uma oposição velada, o passivo-agressivo inclui atitudes voltadas para a vitimização, ressentimento e teimosia. Clique para entender!


Considerações gerais sobre a passivo-agressividade

Casal discutindo em frente a um prédio

A passivo-agressividade pode ser caracterizada por um silêncio, sendo que posicionamentos violentos são dissimulados, mas contendo uma dose de vitimização. Ou seja, deboche, raiva, fúria são vistas, tendo em vista uma pessoa que não gosta de ser contrariada.

Frequentemente pode ser visualizada em relações interpessoais e dando margem para a criação de ambientes que são desfavoráveis. Usando frases como: "Não se preocupe", "Só quero ajudar" e "Tudo certo, eu te entendo", mas acrescentando a agressividade no tom de voz é possível encerrar um assunto, além de não dar continuidade.

Esse tratamento pode ser visto como uma atitude que dá a sensação de situação mal resolvida, calando o outro indivíduo numa discussão e fazendo com que ele se sinta desconfortável. Podendo até mesmo se sentir culpado, a circunstância o coloca como o real agressor, mas sem ele ser. Agora, leia o artigo para compreender a passivo-agressividade!

Entenda mais sobre a passivo-agressividade

Homem segurando madeira de manipulação de marionete

Dando sentimentos dissimulados, a passivo-agressividade se transforma em atitudes silenciosas. Sendo assim, em um possível conflito será possível visualizar o desagrado de uma pessoa com a outra, mas o passivo-agressivo se transforma em um indivíduo capaz de não ser transparente com as suas emoções.

Por isso, ele esconde a raiva que está sentindo, se fechando em um comportamento de total silêncio e com mau-humor, indireta e ironias. Dificultando uma troca saudável, a comunicação clara não é estabelecida, dando argumentos que são difíceis de responder, agindo com uma certa "gentileza".

Sinais assim são claros diante desta perspectiva, principalmente para mascarar a raiva com atitudes amenas. Ou seja, esses posicionamentos contam com o objetivo de irritar, mas de uma forma que não o coloque como o culpado pela irritação. Continue lendo o artigo para entender mais sobre a passivo-agressividade!

O que significa ser passivo-agressivo?

Sendo receptivo, o passivo-agressivo é aquele que se mostra aberto para os desejos de outra pessoa, mas em seu interno cria uma certa resistência em concordar. Gradualmente pode se tornar irritado, hostil, agressivo, tendo dificuldade para expressar ações negativas.

Significando emoções de uma maneira não assertiva em um modo passivo, mantém a teimosia e procrastinação. Tendo ainda problema para admitir, não entrega que está frustrado ou com raiva. Mensagens com duplo sentido são implementadas, além do sarcasmo.

O comportamento passivo-agressivo

O comportamento passivo-agressivo pode ser transformado em um ambiente com muita competitividade, incluindo ações que deixem um indivíduo em seu pleno controle de atitudes. Pode existir níveis dentro deste contexto, acrescentando até mesmo um transtorno de personalidade.

Este convívio necessitará de uma ajuda médica, porque situações como essas serão corriqueiras. Para aqueles que contam com o enraizar destas atitudes, pode ficar até mais fácil identificar e não querer mudar tal comportamento.

O transtorno passivo-agressivo

Negativamente o transtorno passivo-agressivo é sutil, principalmente diante das ações. Uma pessoa com essa característica não lida de forma alguma com suas atitudes, se posicionando de uma maneira agressiva, mas indiretamente. A insatisfação é visualizada com suas atitudes.

Desse modo, não cumprir com aquilo que foi pedido é uma forma de agir até mesmo com procrastinação e não realizar. Por isso, não determina a sua opinião, mas procura algumas formas de sabotar a situação em que está inserida.

Exemplos do comportamento passivo-agressivo

Exemplos de comportamento passivo-agressivo são aqueles que começam com doses de sarcasmo, tentando provocar, ridicularizando, tendo falas em tons irônicos. Ficando até mesmo emburrada, uma pessoa não dá espaço para a continuidade de uma discussão.

Fica também montando estratégias de vinganças mentais, principalmente um tempo depois da situação que o deixou chateado. Tenta ao máximo disfarçar a raiva que está sentindo, de mau-humor, deixando o clima em tensão. Pode até mesmo pegar birra, desfazendo certos combinados e como retaliação.

Ser passivo-agressivo é sempre um transtorno?

O transtorno passivo-agressivo pode contar com níveis de elevação, mas os sinais são vistos com hostilidade, tendo em vista a sua relação com pedidos alheios. Tendo também questões que o faz cometer intencionalmente alguns erros, pode atrasar uma situação.

Cinismo é visto, considerando o fato deste transtorno ser pessimista e agressivo. Ele se mantém em uma postura de subestimado, podendo enganar o tempo todo. Outros transtornos mentais podem se desenvolver neste indivíduo e acrescentando aos seus comportamentos.

Como conviver com um passivo-agressivo

Não sendo uma tarefa fácil, conviver com a passivo-agressividade é uma forma de se sentir em um processo doloroso e que desgasta. É possível viver se questionando diante de atitudes do outro, além de suas condutas e se colocando em uma posição de culpado.

A única maneira se encaixa no afastamento, principalmente por ser um ambiente tóxico. Em certa circunstância não é possível, tendo em vista o convívio diário com alguém da família ou até mesmo um chefe. Neste sentido é importante não cair e nem fazer o jogo dele.

As manifestações da passivo-agressividade

Homem apontando dedo para mulher

As manifestações da passivo-agressividade entram em contexto favorável ao agressor, principalmente usando a manipulação, distorção, articulação, opressão e controle. Todas essas atitudes o colocam em uma posição confortável, não dando espaço para o outro agir em própria defesa.

Além disso, consegue construir uma narrativa capaz de conduzir a vítima, sendo que ela muitas vezes pode não perceber, mas com uma dose de constrangimento. Ou seja, deixando ela contra a parede e não permitindo uma troca saudável.

Ações como essas o deixam em seu pleno sistema de condução, escondendo atitudes raivosas e agressivas. Mantenha a leitura do artigo para saber um pouco mais sobre as atitudes da passivo-agressividade!

Manipulação

Manipulando, o passivo-agressivo quer ter uma certa segurança nas suas relações. Ele precisa agir desta forma para conduzir qualquer um, mas não fica tão evidente o seu intuito. Pessoas que não enxergam a maldade podem ser atingidas, acrescentando nelas mesmas algo tóxico.

Usando a proximidade, pode acrescentar afeto e simpatia. Usando das fraquezas do outro, gera dúvida aos que estão em seu redor. Pode fazer até mesmo com que questionamentos sejam estabelecidos, deixando outros com suas qualidades sem respostas concretas.

Fala articulada e distorções

Com falas articuladas o passivo-agressivo constrói a sua narrativa, principalmente com facilidade para expressar tais atitudes. Sempre querendo se favorecer, é repleto de questões enigmáticas, com ambiguidade e se comunicando com facilidade perante os outros.

Pode ainda distorcer situações e diálogos, deixando a outra perspectiva insegura. Sua confiança é tanta que até mesmo ganha uma certa coerência nas falas, deixando o princípio ser ilógico para o outro que está recebendo os seus respectivos ataques.

Controle e opressão

A opressão é estabelecida em uma pessoa com passivo-agressividade, porque ela usa suas falas e atitudes indiretas para controlar. Tudo isso pode encobrir a sua agressividade, mantendo construções veladas em suas relações e como forma de castigar.

Reprovações também são visualizadas, além de atitudes que deixam o outro ao nível oprimido. Com isso, expressando manifestações contrárias, verbalizando emoções que são aspectos marcantes neste indivíduo que conta apenas com o intuito de se favorecer.

Quais as causas mais comuns

Mãe discutindo com filha fazendo teimosia

Os propósitos mais comuns na passivo-agressividade são aqueles não tão conhecidos, mas com indicações biológicas que podem ter influência direta com o transtorno ou grande desenvolvimento do quadro em questão. Até com diagnóstico não é algo sólido, podendo ter certas alterações.

Com indicativos que dão a entender que atitudes como essas são individuais, podendo até mesmo não ter outras influências, existem profissionais que acreditam numa construção elaborada diante de outros transtornos elevados ou não. Sendo assim, pode variar de indivíduo para indivíduo, até mesmo com poucas semelhanças.

Questões com usos de substâncias e drogas contam com maiores chances, apresentando um quadro agravante. Dê continuidade na leitura do artigo para compreender as causas mais comuns dentro de uma perspectiva passivo-agressiva!

Causas comuns

As causas mais comuns na passivo-agressividade se encaixam em uma pessoa com um certo transtorno de personalidade narcisista, sendo que se consiste em desvios extremos sobre o que um indivíduo pensa, sente, percebe e se relaciona.

Aqui o Borderline pode interferir com problemas de autoimagem, além da dificuldade em compreender as próprias emoções. Quanto ao sistema bipolar, ele é caracterizado com as mudanças de humor, sendo uma doença psiquiátrica, podendo ser denominado como um maníaco-depressivo.

A negligência emocional na infância

Negligenciando o sistema emocional de uma criança, a passivo-agressividade ganha força por conta de certos abusos ou maus-tratos. Sendo assim, consiste em uma omissão que é afetiva pela criação dos pais, sendo que é difícil de notar, responder ou até mesmo atender as necessidades do filho.

Podendo ainda gerar um certo abandono afetivo, pode negligenciar questões que seriam essenciais para a criança. Em um silêncio pode se reproduzir como um grande dano emocional, não recebendo o cuidado necessário para crescer e enfrentar certas dificuldades sentimentais.

Uma violência que causa sofrimento

Sendo um sistema que parte do inconsciente, a passivo-agressividade não elimina o fato de que uma pessoa é responsável pelo mal-estar que causou no outro. Por mais que não tenha total clareza sobre o ato, ela não deixa de ser a culpada pelo que está direcionando.

Nessa perspectiva o passivo-agressivo se coloca como a vítima da situação, principalmente porque sente que está sendo desafiado, prejudicado, abandonado. Em sua cabeça ele pode até montar uma estratégia para se vingar e atacando aquele que ele acha ser o responsável.

Como ser menos passivo-agressivo

Mulher tampando os ouvidos e homem ao fundo discutindo

Existem atitudes mínimas que podem fazer a diferença em relação ao passivo-agressivo, porque será possível notar seus propósitos quanto aos processos que ele é o verdadeiro responsável. O primeiro passo se encaixa no reconhecimento dos atos, modificando suas respectivas posturas.

Gradualmente não irá querer mais fazer parte deste ciclo vicioso, se nutrindo cada vez mais com as escolhas certas. Além disso, é essencial compreender o fato de que a raiva é um sentimento natural no ser humano, mas sabendo manuseá-la. Se manter firme durante conflitos fará com que se resista aos processos, sabendo também lidar com uma possível resposta contrária do outro.

Revisitar as atitudes e os comportamentos é importante, tendo em vista as situações que está inserido. Continue acompanhando o artigo para saber como ser menos passivo-agressivo nas relações sociais!

Reconheça o comportamento

Subjetivo, o comportamento do passivo-agressivo conta com seus níveis elevados ou não. Ainda acrescentando a sutileza, identificar não é tão fácil. Sendo assim, algumas características podem facilitar o processo e elas se encaixam no mau-humor constante, negando a raiva expressada indiretamente, contando com o descontentamento, etc.

Analisar em sua própria essência fica ainda mais difícil, porque é importante ter a imparcialidade presente. Por isso, fazendo alguns questionamentos: "Existe a possibilidade de evitar as pessoas diante de uma chateação?" e "É possível encontrar o mau-humor quando não está feliz com o outro?". Portanto, é essencial saber expressar os sentimentos, por mais que eles tragam conflitos.

Seja mais assertivo

O passivo-agressivo precisa ser mais assertivo não só em suas atitudes, mas em como expressar seus sentimentos. As necessidades também são importantes, considerando uma forma construtiva. Neste sentido se encaixa com as habilidades desenvolvidas, além do aprendizado.

Ajudando ainda a lidar com a mágoa, momentos de raiva serão mais fortalecedores com a condução correta. Um conflito será transformado de maneira assertiva, incluindo um aborrecimento. Sabendo lidar, a raiva servirá como um processo útil nos próprios propósitos.

Recuse-se a participar do ciclo de passivo-agressividade

Barrar o ciclo da passivo-agressividade é uma forma de limitar as atitudes, tendo em vista todas as emoções que podem ser depositadas em um conflito. Um passo para trás significa se manter em uma posição favorável não só individualmente, mas como com os outros.

Esta iniciativa transformará a visão construída anteriormente, não permitindo que esses sentimentos se apresentem com todas suas respectivas negatividades. Por isso, é uma maneira de evitar uma condução inadequada em discussões que podem ser desgastantes.

Aceite a raiva como um sentimento legítimo

Legitimar a raiva e aceitá-la em uma perspectiva da passivo-agressividade pode mudar o rumo destas atitudes manuseadas pelo inconsciente, também tendo total noção de que este sentimento é naturalizado entre os seres humanos.

Não apenas isso, mas o fato de que pode ser saudável diante da condução para mudar determinadas atitudes. O processo pode ser lento, mas será no tempo correto para a evolução do ser, incluindo todas as suas vulnerabilidades e fraquezas.

Construa tolerância frente à conflitos

É totalmente aceitável compreender o despreparo de uma vida inteira em relação aos conflitos, acrescentando todas as caracterizações de uma passivo-agressividade. Além disso, o fato de ignorar e evitar todas as situações de discussões.

Acolhendo a raiva e construindo muitas habilidades para se preparar diante dos conflitos é uma forma de ser assertivo, encarando aquilo que deve ser encarado, ao invés de abandonar ou dar as costas. Portanto, redefinir tal situação se encaixará em um processo para edificar as habilidades.

Aprenda a lidar com a negação

A negação passa por um processo de ignorar os sentimentos desfavoráveis, tendo uma maior tendência para comentários que irritam o outro na passivo-agressividade. O ciclo precisa ser consciente, além dos sentimentos de raiva e evitando entrar em um contexto de discussão.

Compreender o propósito do conflito é uma maneira de entender se algo está sendo procrastinado, relembrando algo que precisa ser feito, mas sem a insistência. Neste propósito será possível enxergar, incluindo todos os sentimentos desmascarados, acrescentando todas as consequências presentes.

Revisite situações

Podendo se repetir ao longo do tempo ou dos anos, uma atitude passivo-agressiva precisa ser analisada, relembrada. Isso se dá pelo questionamento que posicionou uma pessoa, sabendo que determinada atitude não deu em absolutamente nada.

Perguntar: "Analisei suas atitudes e conclui que elas estão sendo tratadas da mesma forma que um dia eu fiz, imaginando a sua chateação comigo e querendo saber o que podemos fazer mudar essa condução. O que você acha?". Ou seja, rememorando algo do passado.

Diagnóstico e tratamento

Pessoa segurando marionete

Diagnosticar e tratar a passivo-agressividade pode ser algo complexo, principalmente pelas variações entre os pacientes, incluindo o fato de que não é algo concreto ou sólido. Existem ainda classificações, alterações, processos que precisam ser construídos com paciência.

Existe o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais que não é mais abordado por tal rótulo, além de ter outra edição que constata esse problema como um apanhando de construções que incluem atitudes negativistas, acrescentando o fato de existe uma certa resistência aos propósitos adequados e em vários contextos.

Portanto, essas pessoas são determinadas pelas suas procrastinações, ineficiências, teimosias, ainda encobrindo seus respectivos obstrucionismos. Leia o tópico a seguir para entender sobre o diagnóstico e tratamento da passivo-agressividade!

Diagnóstico

Analisado como algo não necessariamente especificado, o passivo-agressivo precisa atender uma mescla de critérios gerais para o transtorno, mas não incluindo a possibilidade de ser baseado com outros traços que o incluem em outros transtornos semelhantes.

No Eixo II no DSM-III-R, com transferência DSM-IV do manual, mas com controvérsias e com necessidade de pesquisas que realmente retratem a categoria como ela deve ser tratada. Ou seja, precisando de aperfeiçoamentos para as conclusões.

Como é feito o diagnóstico

Pode ser feito o diagnóstico da passivo-agressividade com certas atitudes que são intermináveis diante do próprio processo e aqueles que são depositados nos outros. Apesar das variações sem análises concretas, essas pessoas vivem em conflitos intensos, acrescentando a dependência da sua afirmação.

Ainda agindo de forma superficial, sua autoconfiança é fraca, baseada na maneira como se enxerga com negativismo, hostilidade. É importante se atentar ao fato de que o comportamento não pode ser avaliado com alguma característica depressiva, além do transtorno distímico.

O tratamento

Não sendo tão desenvolvido, o tratamento da passivo-agressividade também conta quadros com resultados positivos, usando uma associação subjacente. Sendo assim, fazendo a procura por um psicoterapeuta, usando o exemplo de um psiquiatra.

Os sintomas podem ser tratados para compreender determinados gatilhos, melhorando a vida, tendo a opção de auxílio de uma psicofarmacologia. Certos remédios podem oferecer tratamento, além do paciente ficar em seu equilíbrio pleno diante deste transtorno.

É possível curar a passivo-agressividade?

O processo de cura para a passivo-agressividade envolve se encaixar em um olhar para dentro da própria circunstância. De forma profunda, mas com a perspectiva das emoções que podem avançar para algo fortalecedor, evitando que o lado negativo seja evidenciado.

Parecendo complicado, pode ser feito com confiança e determinação. É possível aprender a expressar as emoções, incluindo aquelas que irão servir para a evolução do ser. Ou seja, agindo gradualmente, usando métodos para construir o bem-estar.

Caso identifique um comportamento passivo-agressivo, siga nossas dicas e não hesite em procurar apoio profissional!

Homens na terapia com um tampando os ouvidos e o outro apontando

Ao longo do artigo foram especificadas ações passivo-agressivas, acrescentando o fato de que este comportamento é prejudicial não só para si, como para os outros. Determinadas ações necessitam do auxílio de um profissional qualificado e especialista, se atentando também com as prescrições.

Determinadas emoções precisam ser trabalhadas como uma forma de compreender as mensagens internas que o corpo quer repassar, ajudando a vida a partir de uma perspectiva individual, pessoal. O transtorno pode ter sido construído em um ambiente onde todas as outras pessoas desencorajaram ou ignoraram os sentimentos, tendo uma necessidade na canalização das energias.

Com direção, conexão, motivação será possível aproveitar todos os novos propósitos, olhando para a saúde mental diante de uma avaliação complexa e importante. Portanto, o esforço precisa ser trabalhado, tendo em vista as oscilações que serão naturais.

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